Austir Tal'Viliant

Histórico de Austir

By Eduard

 

Austir nasceu no período de chuvas e tempestades, época em que suas terras passam pelas cheias dos rios, e de abundância de alimentos. Filho da druida Amra do clã dos salgueiros, e do patrulheiro Faelar do clã da lua, seu nascimento foi celebrado juntamente com a renovação das alianças entre os dois maiores clãs da floresta Alta.

“Bendito seja o bebê que nasce da paz e do sangue dos clãs”

Foi o que Austir sempre ouvia em sua língua materna, durante a infância, e ao longo de muitos anos de prosperidade que essa união trouxe para os clãs. Com essa boa sensação de amabilidade por parte dos clãs, Austir pode crescer sendo moldado feito o barro, por muitas mãos habilidosas e atenciosas, tendo as lições e amor pela natureza, de ambos os pais, além da habilidade de combater com espadas e magias de sua mãe, e a habilidade com arcos de seu pai.

Aos 58 anos, as guerras contra os orcs de gorgor, e suas bestas enlouquecidas, levaram ao fim prematuro de sua jovem mãe, ao parar a invasão, sacrificando sua própria vida para não só derrotar o líder dos orcs, como também para criar uma barreira de vinhas, raízes, e troncos espinhosos, que alcançam do grande carvalho, às pedras do adubo, e que até hoje pode ser vista no extremo norte da floresta Alta, separando-a do grande vale.

Após a morte de sua mãe, a tristeza e a raiva tomaram o coração de Faelar, e dessa tristeza, gerou-se uma semente de mágoas, que foi colocada dentro de Austir, dando forma as suas características de patrulheiro, e tornando tais humanoides, alvos de sua ira.

Nunca mais o pai de Austir voltou a ter a felicidade que tinha com sua amada Amra, e sua mágoa ao longo dos anos se tornou uma grande mancha no seu espírito e aparência. Faelar usou todo conhecimento, recursos e pressões dentro da sociedade élfica, a fim de buscar alguém capaz de tentar trazer a vida, sua outrora amada Amra.

Longos 40 anos passaram após a morte da mãe de Austir, e beirando a idade adulta, já possuía praticamente tudo que era necessário para se tornar um patrulheiro aceito pelos clãs, mas tal feito dependia da presença e benção de seu pai, Faelar, que estava sumido a 25 anos, desde que saiu para buscar informações que pudessem ajudá-lo a trazer sua amada de volta a vida. Neste mesmo ano, Faelar voltou as terras da floresta alta, abatido, magro e com grandes olheiras, acompanhado de F’ormoric um humano velho, com costas curvadas, uma pele repuxada com olhos estranhos parecendo um morto vivo.

Na sétima noite do sétimo mês, quase completando sua idade para se tornar um adulto, o evento da lua de sangue foi previsto, e seria a data ideal para que F’ormoric, juntamente a Faelar, começassem o ritual para trazer Amra de volta a vida. Ao cair da noite, a lua foi surgindo no horizonte, primeiro branca, e à medida que subia, mudava seus tons para amarelo, laranja e finalmente vermelho. F’ormoric havia colocado os ossos de Amra na pedra ancestral do círculo druídico e então F’ormoric começou seu cântico.

– “Iskenrazir nac´ma er turgrinssjev Amra nazir isken’ otep,

    Iskenrazir nac´ma er turgrinssjev Amra nazir isken’ otep,

    Fu’ liskennrazir nac’ma eto turgrinssjev balor am Amraisken’ otep

O céu foi banhado de vermelho, o chão tremeu e fissuras se abriram, emanando fumaça escura e venenosa fazendo com quem respirasse caísse em agonia. Diante de todo esse caos um elfo resolveu agir, disparando uma flecha certeira no peito de F’ormoric, fazendo-o cair de joelhos. No entanto a flecha não causou efeito algum apenas fazendo que F’ormoric soltasse uma risada maligna. Finalmente o corpo de Amra se ergueu, seu corpo pálido e magro como um cadáver, com os cabelos brancos, e um brilho nefasto no lugar dos olhos, sua voz era a de mil pessoas, e dizia em uma língua estranha palavras nunca pronunciadas. Um portal se abriu, e emanava calor em seu entorno, não houve tempo para mobilizar os elfos, e a chacina começou por Faelar, quando a garra de um demônio cortou sua cabeça. Austir só teve tempo de correr, em meio as criaturas infernais que estavam se espalhando e matando qualquer criatura que cruzasse o caminho. Em meio a fuga Austir sentiu como seu corpo estivesse sendo guiado por sua mãe e escutava em sua cabeça.

“Corra Austir, corra como o vento e não olhe para trás”

Austir passou a noite inteira correndo, tentando salvar sua vida até que o cansaço o venceu fazendo que seu corpo exaurido pelo esforço o fizesse desmaiar. Quando acordou estava deitado no meio de um círculo de carvalhos e um homem sentado o observava. Austir se levantou assustado, porém sentia uma paz emanando do local. O homem se apresentou como Hutembar e disse que continuaria seu treinamento, para que um dia Austir viesse a ter paz.

Alguns anos se passaram e Hutembar mandou que Austir seguisse para o vale da adaga. Minha jornada para o vale durou exatamente 3 meses, onde pude aprender mais habilidades e idiomas.

Após chegar ao vale da adaga conheci Kirlian e Melian dois humanos que me fizeram lembrar quando meus pais eram vivos, pois o amor que sentiam um pelo outro era puro. Isso fez que eu me aproximasse cada vez mais e quando percebi estava morando em sua fazenda. Daqui para frente tentarei reescrever minha história.

 

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